POLÍCIA

Cantor alagoano é encontrado morto em Sergipe com golpes de facão

Artista de 39 anos, natural de Penedo (AL), estava desaparecido e foi localizado em plantação de arroz no município de Pacatuba (SE).


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  Fonte: Gazetaweb - Por Roberta Batista

Cantor de vaquejada, Willame Vaqueiro.

Cantor de vaquejada, Willame Vaqueiro.   Foto: Reprodução/Gazetaweb/Instagram

Postado em: 19/03/2026 às 06:42:43

O cantor alagoano de forró Willame Vaqueiro, de 39 anos, foi encontrado morto na terça-feira (17) em uma plantação de arroz no povoado Ponta de Areia, no município de Pacatuba, interior de Sergipe.

Natural de Penedo, em Alagoas, o artista se mudou ainda criança para Sergipe, onde construiu sua vida pessoal e carreira. Ele estava desaparecido desde a segunda-feira (16).

O corpo de Willame foi localizado por um familiar por volta das 8h30. Segundo as primeiras informações, o cantor alagoano apresentava um ferimento grave na região do pescoço, provocado por golpes de facão.

Um facão foi encontrado próximo ao corpo, e o caso é investigado como homicídio.

Willame Pereira tinha o nome artístico de Willame Vaqueiro. Ele morava na região de Neópolis, em Sergipe, onde também atuava como vaqueiro, além da carreira musical. O cantor alagoano era bastante conhecido na região do Baixo São Francisco, com apresentações frequentes em festas populares, cavalgadas e vaquejadas.

Equipes do Instituto Médico Legal (IML) e da perícia estiveram no local para realizar os primeiros levantamentos.

A Polícia Civil de Sergipe investiga a morte do cantor alagoano e, até o momento, não há informações sobre suspeitos ou motivação do crime. De acordo com familiares, o artista não tinha envolvimento em conflitos.

As circunstâncias do homicídio ainda são desconhecidas, e as autoridades seguem em busca de esclarecer o caso e identificar os responsáveis.

A Prefeitura de Neópolis divulgou uma nota de pesar lamentando a morte do cantor alagoano.

“Voz e talento marcaram a cultura neopolitana e levaram alegria à nossa gente”, diz o comunicado.

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