POLÍCIA

Suspeito de matar Bárbara Regina deve chegar nesta segunda-feira em Alagoas

Otávio Cardoso foi preso no 1º dia deste mês, em Mato Grosso. Ele foi a última pessoa a ser vista com a universitária, que desapareceu há cinco anos.


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  Fonte: G1 AL

Otávio Cardoso da Silva Neto foi preso com um carro roubado

Otávio Cardoso da Silva Neto foi preso com um carro roubado   Foto: Reprodução/G1/TV Gazeta

Postado em: 09/10/2017 às 07:03:26

O suspeito de matar a universitária Bábara Regina, Otávio Cardoso, deve chegar em Alagoas nesta segunda-feira (9). A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) neste domingo (8). Otávio foi preso no dia 1 deste mês em Mato Grosso com um carro roubado. Tês dias depois, a Justiça determinou a transferência dele para Alagoas, que está sendo feita por uma equipe da Polícia Civil.

Os detalhes sobre a transferência como hora e local de chegada não foram divulgados.

O suspeito foi a última pessoa a ser vista com a universitária. Ela desapareceu em 2012 e o corpo nunca foi encontrado. A mãe da jovem, Valéria Leite, falou que a prisão de Otávio é a única esperança que ela tem para esclarecer o desaparecimento da filha.

Barbara Regina foi vista pela última vez em dezembro de 2012 (Foto: Arquivo Pessoal)
Barbara Regina foi vista pela última vez em dezembro de 2012 (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Caso Bárbara

Bárbara Regina desapareceu em setembro de 2012, após sair de uma boate no bairro da Ponta Verde. As câmeras de segurança do estabelecimento filmaram a universitária deixando o local em companhia de Otávio Cardoso. O corpo dela nunca foi encontrado.

Em dezembro, o carro que teria sido usado para levar a vítima foi encontrado pela polícia. O veículo estava com um jovem que foi preso em flagrante por receptação e falsificação de documentos.A primeira versão da polícia, apresentada vinte dias depois do desaparecimento da estudante, dizia que a ela havia sido estrangulada e assassinada a golpes de punhal por Cardoso. Na ocasião, a suspeita era de que Bárbara havia sido morta porque se negou a fazer sexo com o suspeito.

Em abril de 2013, a polícia apresentou Thiago, que acusou Vanessa Ingrid, suspeita de comandar uma rede de prostituição no estado, de ter sido a responsável pela morte da estudante. Por causa das duas versões apresentadas pela polícia, a família de Bárbara ficou com muitas dúvidas sobre a linha de investigação e pediu ajuda ao Ministério Público para solucionar o caso.

Um carro que pode ter sido usado para levar o corpo da estudante desaparecida, registrado no nome de Moabe Lino Balbino Júnior, foi encontrado em dezembro de 2012 e periciado por uma equipe do Instituto de Criminalística da Polícia Civil.

O veículo estava com Antônio Nunes de Brito, 23, que foi preso em flagrante por receptação e falsificação de documentos.

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