O calcanhar de aquiles do distanciamento social em Maceió, a superlotação dos ônibus na capital, começa a ser tratado com a relevância que merece. Hoje, o Ministério Público do Estado (MPE-AL) anunciou que uma solução para o excesso de passageiros nos coletivos da capital, colocando em risco a saúde e a vida de milhares de maceioenses, pode ser cobrada na Justiça.
Na próxima segunda-feira, 29, o superintendente municipal de Transportes e Trânsito, André Costa, participa de reunião no MP, com os promotores Jorge Dória, da Promotoria de Justiça de Urbanismo; Max Martins, da Promotoria de Direito do Consumir, e Fernanda Moreira, da Promotoria da Fazenda Pública Municipal. Dória ressalta que o MP acompanha e cobra ações efetivas para melhorias dos serviços prestados no transporte público há muito tempo, mas que agora, durante a pandemia, é urgente o cumprimento do protocolo sanitário de combate à Covid-19.
Com tantas reclamações pertinentes da população e denúncias da imprensa, a Prefeitura de Maceió reagiu nesta semana e resolveu cobrar das empresas de ônibus o cumprimento da portaria do dia 11 de março, que proíbe a redução de frota e determinando a ampliação de, no mínimo, 20% nas linhas.



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