Pão de Açúcar: Morre, aos 96 anos, D. Dineusa dos Anjos, a viúva de 'Sinhô Barbosa'
O corpo está sendo velado na residência da família, na Avenida Bráulio Cavalcante (Rua de Cima). O sepultamento está marcado para a tarde de hoje.

Fonte: Por Helio Fialho
D. Dineuza Oliveira dos Anjos, nos idos de 1980. Foto: Reprodução/Cortesia/Arquivo de família.
Na tarde dessa terça-feira (8), faleceu a senhora Dineusa Oliveira dos Anjos, aos 96 anos (ela completaria 97 no próximo 28 de maio), em consequência de morte natural. Segundo informações passadas a mim, pelo amigo e confrade Alcir dos Anjos (Nino), que é sobrinho da falecida, o corpo está sendo velado na residência da família, na Avenida Bráulio Cavalcante (Rua de Cima). O sepultamento está marcado para as 16 horas desta quarta-feira (9), no Cemitério São Francisco de Assis.
Conheço “Dona Dineusa”, desde os meus tempos de menino, quando morávamos na Avenida Bráulio Cavalcante e fomos praticamente vizinhos (anos 1960/1970/1980). Em 1994, minha irmã Virgínia Fialho comprou uma casa e foi morar vizinha (de parede) à “Dona Dineuza”, fortalecendo ainda mais a amizade de nosa família.
Esta senhora, muito generosa e comunicativa, era a viúva e prima legítima do saudoso Agostinho Barbosa dos Anjos, conhecido como “Sinhô Barbosa” que, até a década de 1970, foi próspero pecuarista em Pão de Açúcar. Os cinco filhos deste casal são: Aloísio (já falecido), Vera Lúcia, Antônio (Toinho), Arnaldo (Nado), Agostinho (Duta). E, para quem não sabe, Aloísio era genro do imortalizado escultor João Damasceno Lisboa (morreu muito jovem e era casado com Suely Lisboa).
Nos meus tempos de menino, conheci, também, os pais da senhora Dineusa Oliveira dos Anjos: o casal ”Seu Vigário” e “Dona Glória” que, além de Dineusa, teve os filhos: Eraldo, José, Miguel (os três já falecidos) e as filhas (que estão vivas): Maria Oliveira Marques (hoje com 90 anos) e Lacir Oliveira dos Anjos (hoje com 87 anos).
Sei que esta minha narrativa é insuficiente para render uma homenagem póstuma a esta grande mulher, pertencente a uma das famílias tradicionais da plaga de Jaciobá. E Deus a chamou para morar na Mansão de Luz, em pleno Dia Internacional da Mulher, confirmando, assim, o quanto ela foi importante ao cumprir seu papel de filha, irmã, esposa, mãe, avó, tia, prima, sogra, amiga.
Aos familiares enlutados, manifesto aqui, em nome da família Silva Fialho, os mais sinceros votos de pesar, ao tempo em que rogo ao Divino Espírito Santo consolo aos que pranteiam neste momento de tristeza e dor.
Descanse em paz, Dona Dineusa. Eterna saudade.
D. Dineuza e o esposo Sinhô Barbosa sentados à porta de casa (idos de 1980), um costume em Pão de Açúcar. Foto: Reprodução/Cortesia.
Dona Dineuza, já idosa, com uma de suas netas no colo. Foto: Reprodução/Cortesia


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