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Prefeito Jorge Dantas é destaque no programa Alagoas Rural e fala sobre a seca verde que atinge 40 municípios em Alagoas

O prefeito Jorge Dantas, na qualidade de secretário da AMA, foi destaque no Alagoas Rural deste domingo (14), da TV Gazeta, sendo entrevistado sobre a chamada “seca verde” que atinge quase a metade dos municípios alagoanos.


  Foto: Gazetaweb

Postado em: 14/08/2016 às 07:52:50   /   por Redação

O prefeito Jorge Dantas, na qualidade de secretário da AMA, foi destaque no Alagoas Rural deste domingo (14), da TV Gazeta, sendo entrevistado sobre a  chamada “seca verde” que atinge quase a metade dos municípios alagoanos.

Para quem não sabe, a expressão seca verde significa a aparente paisagem verde da vegetação, embora a terra esteja seca e precisando de água.

Segundo Jorge Dantas, 40 municípios do sertão e agreste de Alagoas estão sendo castigados pela insuficiência de chuvas, onde todas  as cisternas e outros reservatórios se encontram completamente vazios.

O sofrimento das populações rurais torna-se mais acentuado porque a CASAL não pode atender, por meio de seu sistema de abastecimento, todas as necessidades das populações rurais. Segundo ainda, Jorge Dantas, a escassez de chuva castiga a região desde 2012, prejudicando, assim,  a lavoura e a criação de animais. 

Na entrevista, o secretário da AMA disse, também,  que o processo de liberação de recursos pelo Governo Federal precisa ser simplificado, para que a grande burocracia não venha maltratar ainda mais os municípios, já que todo o processo para a liberação de recursos dura em média 120 dias.

“Primeiro o município decreta Situação de Emergência e encaminha ao Governo do Estado de Alagoas que, por sua vez, homologa o decreto e encaminha ao Governo Federal. Ao receber o decreto homologado pelo governador, o Governo Federal analisa-o e providencia, seguindo os trâmites,  a liberação de recursos  para o Governo do Estado. Depois da chegada dos recursos em conta específica, seguem os procedimentos legais, incluindo o burocrático processo de licitação. Depois deste processo, a Defesa Civil  do Estado procura atender aos municípios.  Enquanto isso, a população rural fica desabastecida e sofrendo", explica Jorge Dantas.

Por outro lado, com recursos próprios, a exemplo de Pão de Açúcar, as prefeituras vêm abastecendo, de forma insuficiente, as comunidades rurais atingidas porque não dispõem de dinheiro suficiente para executar este tipo de ação permanente,  em razão da grande crise financeira que atinge todas as prefeituras brasileiras.

Plantação de feijão perdida

A escassez de chuva está destruindo a plantação de feijão nos municípios do sertão alagoano. Segundo o radialista Jairo Ribeiro, ele que é morador rural, muitas roças nas comunidades rurais de Pão de Açúcar estão com o feijão florando e precisando urgentemente de chuva para desenvolver, mas a estiagem está levando a perda total dessas roças de feijão.

“É preciso chover dentro de uma semana, no máximo, para que uma parte da lavoura possa ser salva. Caso não chova, será um prejuízo total. Só Deus tendo misericórdia”,  disse Jairo Ribeiro.

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  • gabiru 14 de Agosto de 2016 O cara que acabou com pão de açúcar e quer deixar seu sucessor pra pão de açúcar tomar ainda mais no caneco, ainda vem os baba querendo fazer materias elogiando, voces só pensam no bolso de voces e a cidade afundando, mas com fé em Deus ele e todos os babas irão arrumar suas malinhas brevemente, pq o lugar de voces não é aqui! cai foraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa