POLÍCIA

Polícia investiga se mulher mandou matar a PM Juliane em Paraisópolis

De acordo com peritos, há indícios de que a soldado tenha sido executada com um tiro na cabeça no porta-malas do veículo. No local, foi encontrada uma bala de uma pistola calibre .40, o mesmo calibre da arma usada por Juliane.


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  Fonte: Notícias ao Minuto

Suspeita é apontada como traficante da região

Suspeita é apontada como traficante da região   Foto: Reprodução/Facebook

Postado em: 08/08/2018 às 11:15:50

Uma mulher responsável pela "disciplina" das outras mulheres na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, é suspeita de ser a mandante da morte da soldado da PM Juliane Duarte dos Santos. A mulher também atuaria no tráfico da região.

O corpo de Juliane foi encontrado dentro do porta-malas de um carro abandonado, na noite de segunda-feira (6), no bairro de Jurubatuba, também na Zona Sul da capital paulista, a oito quilômetros de Paraisópolis.

De acordo com peritos, há indícios de que a soldado tenha sido executada com um tiro na cabeça no porta-malas do veículo. No local, foi encontrada uma bala de uma pistola calibre .40, o mesmo calibre da arma usada por Juliane.

Segundo o G1, exames indicam que a agente morreu na madrugada de segunda-feira (6), levando a PM a acreditar que ela passou quatro dias como refém.

Juliane foi vista pela última vez em um bar na favela de Paraisópolis na madrugada de quinta-feira (2). Segundo testemunhas, alguém reclamou que o celular tinha sumido e Juliane sacou a arma e avisou que era policial. Na sequência, quatro homens encapuzados chegaram e a levaram. A família contesta a história sobre o celular.

As testemunhas também ouviram tiros. Ao examinar o corpo de Juliane, os médicos encontraram dois ferimentos a bala na altura da virilha.

O suspeito Everaldo da Silva Félix, conhecido como "Sem Fronteira", foi detido na favela na noite dessa segunda-feira (6) sob suspeita de participação no crime. Segundo a polícia, ele tentou resistir e jogou fora os celulares, que foram recuperados e vão passar por perícia.

Paraisópolis está ocupada pela polícia desde o desaparecimento de Juliane. As autoridades oferecem recompensa de até R$ 50 mil por informações dos assassinos.

(Com MSN)

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