JUSTIÇA

PM acusado da morte de Marcelo Leite se apresenta à polícia

Decisão da revogação da liberdade provisória foi do juiz Alberto de Almeida, da 5ª Vara Criminal de Arapiraca, que entendeu que o policial descumpriu as medidas cautelares impostas a ele


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  Fonte: Gazetaweb - Por Tatianne Brandão e Rogério Nascimento

PM acusado da morte de empresário de Marcelo Leite se apresenta à polícia

PM acusado da morte de empresário de Marcelo Leite se apresenta à polícia   Foto: Reprodução/Gazetaweb

Postado em: 22/11/2023 às 12:11:49

Após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça, o policial militar Jilfran Santos Batista, que é réu pelo assassinato do empresário Marcelo Barbosa Leite, apresentou-se à polícia, nessa terça-feira (21). Agora, o PM está recluso no 3º BPM, onde aguarda pela audiência de custódia, que ocorre nesta quarta-feira (22).

De acordo com informações apuradas pela Gazetaweb, o militar se apresentou com um advogado ontem, na Central de Polícia de Arapiraca, e, em seguida, foi encaminhado para o batalhão, onde segue recluso.

A decisão da revogação da liberdade provisória foi do juiz Alberto de Almeida, da 5ª Vara Criminal de Arapiraca, que entendeu que o policial descumpriu as medidas cautelares impostas a ele.

Conforme o magistrado, foi descumprida a proibição de frequentar bares, boates, shows ou locais com uso de bebidas alcoólicas e aglomerações.

O descumprimento se deu porque o policial, segundo mostrou a assistência de acusação, compareceu a um evento junino realizado no dia 17 de junho de 2023 e compareceu em um evento que incluía a aglomeração de pessoas e presença de bebidas alcoólicas. Além disso, no dia 28 de outubro, participou de um evento em comemoração aos 40 anos de sacerdócio do Pastor Marcelo Oliveira. A acusação juntou fotografias e outros documentos no processo.

Na decisão, o juiz cita que, pelas imagens, “resta clarividente a presença do acusado em diversos locais festivos, em que se vislumbra o uso de bebida alcoólica e, também, a nítida aglomeração de pessoas”.

Por fim, o juiz lembra que o réu foi devidamente cientificado que o descumprimento das medidas cautelares ocasionaria a revogação da liberdade provisória e, por consequência, a decretação da prisão preventiva.

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