Petroleira suspeita de derramar óleo diz que 'não há provas' do vazamento
Embarcação foi apontada pela PF como principal suspeita de ter derramado o óleo

Fonte: Gazetaweb com G1
Em trecho do comunicado, a Delta reafirma não ter sido procurada por autoridades brasileiras Foto: Divulgação
Por meio de nota divulgada neste sábado (2), a petroleira grega Delta Tankers, responsável pelo navio Bouboulina, disse que "não há prova" de que a embarcação seja responsável pelo incidente no Litoral do Nordeste do Brasil. A empresa é apontado pela Polícia Federal (PF) como principal suspeito de ter causado as manchas nas praias.
Em nota divulgada neste sábado (2), a companhia afirmou que fez uma "pesquisa completa do material nas câmeras de segurança e sensores de que todos os seus navios carregam".
No comunicado, a Delta Tankers destaca 3 pontos:
- 'não há provas' de que o navio Bouboulina derramou óleo;
- a empresa não foi procurada por autoridades brasileiras;
- a embarcação chegou ao destino final, na Malásia, e 'descarregou toda a carga sem qualquer falta'.
"Não há prova de que o navio tenha parado, realizado qualquer tipo de operação STS [transferência de um navio para o outro], vazado, desacelerado ou desviado da rota, em seu trajeto da Venezuela para Melaka, na Malásia."
Em outro trecho do comunicado, a Delta reafirma não ter sido procurada por autoridades brasileiras e diz que a carga foi descarregada na Malásia "sem qualquer falta".
"Este material [da investigação interna] será compartilhado de bom grado com as autoridades brasileiras, caso entrem em contato com a empresa com relação a esta investigação. Até agora, esse contato não foi feito. Como relatado ontem, dia 1º de novembro, na nota inicial da Delta Tankers, o navio partiu da Venezuela em 19 de julho de 2019, indo diretamente, sem paradas em outros portos, para Melaka, na Malásia, onde descarregou toda a carga sem qualquer falta."


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