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O povo brasileiro tem direito à livre manifestação do pensamento e a reunir-se pacificamente em lugares abertos, segundo a Constituição Federal do Brasil

O feriado de 15 de Novembro, alusivo aos 133 anos de Proclamação República do Brasil, será marcado por grandes manifestações populares dominadas pelo verde e amarelo.


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  Fonte: Por Helio Fialho

O jornalista e professor Helio Fialho protestando em frente ao 28 BC, em Aracaju.

O jornalista e professor Helio Fialho protestando em frente ao 28 BC, em Aracaju.   Foto: Notícia Quente

Postado em: 14/11/2022 às 21:14:56

ARTIGO

 

Desde a noite do dia 30 de outubro, logo após o resultado das urnas da eleição presidencial, o povo saiu às ruas em protesto ao esdrúxulo cômputo que deu uma vitória apertada a um candidato que tinha receio de expor-se ao público porque a rejeição popular é dantesca.

Há 15 dias, ruas e praças, bem próximas dos quartéis do Exército, estão sendo ocupadas pelas multidões, que pedem o apoio das Forças Armadas, para que sejam mantidos o respeito à Constituição Federal; o direito à liberdade de pensamento e de manifestação. As multidões não aceitam a volta do PT e do comunismo, pois, esta “organização” já mostrou o grau de sua periculosidade quando esteve no comando da nação, no período de 01 de janeiro de 2003  a 31 de agosto de 2016. Foi uma época de assaltos aos cofres públicos e de  construção de um gigantesco propinoduto (Mensalão, Petrolão e outros).

Segundo um levantamento do Ministério  Público Federal no Paraná mostra que nos últimos sete anos já foram homologados acordos de leniência, de delação premiada e de repatriação, que garantem a devolução de R$ 25 bilhões desviados dos cofres públicos (Portal Veja - Por Hugo Marques, em 04 de abril de 2022). A Lava-Jato provou e mostrou como funcionava a organização criminosa. 

Em todos os lugares do Brasil, as manifestações são pacíficas, ordeiras e harmônicas e delas participam pessoas idosas, jovens e crianças vestidas nas cores verde e amarela, além de conduzirem a bandeira do Brasil, faixas e cartazes.

Não raramente famílias inteiras participam destes protestos democráticos e seus membros ficam acampados em barracas muito bem organizadas em um ambiente limpo e higienizado, numa enorme demonstração de zelo ao patrimônio público, cordialidade e disciplinamento.  Banheiros químicos encontram-se instalados, também, nos locais dessas manifestações que, ao contrário do que divulga a mídia esquerdista, a estrutura de logística não é financiada por empresários e sim pelos próprios manifestantes.

Também não é verdade que os manifestantes são liderados por um grupo de pessoas. Isso é mentira porque vem gente de todos os lugares, de forma voluntária, por conta própria.  Não existe um grupo de empresários financiando as manifestações. Tudo está acontecendo graças à força do povo que está unido e não será vencido!   

No último fim de semana, estive visitando Aracaju. Na qualidade de jornalista, professor, cidadão nacional, pagador de impostos e chefe de família, estive presente na Praça Maria Quitéria, no bairro 18 do Forte, local onde fica o 28º Batalhão de Caçadores (Exército Brasileiro). Fui levar o meu apoio aos manifestantese até discursei em apoio aos pacíficos protestos e ao direito do povo manifestar-se.

Antes do meu discurso, pude perceber o quanto os manifestantes, que ocupam a “Praça do 28 BC”,  são pessoas éticas, decentes e pacatas – e jamais aceitam agressões e ataques às instituições que representam os Três Poderes do Brasil.

No momento em que lá estive, na manhã de domingo (13), participamos (eu, minha esposa e duas amigas) de um instante de oração pelo Brasil, onde todos e todas, numa demonstração de muita fé em Deus, para que a bandeira do Brasil jamais seja vermelha, pois, o verde, o amarelo, o branco e o azul anil  impregnaram a alma do povo brasileiro.

Diante de tamanha brasilidade e de gestos gigantescos de patriotismo, não dá para aceitar as declarações desrespeitosas do ministro Alexandre de Moraes (STF/TSE), quando acusa as manifestações de “atos antidemocráticos” e “atos criminosos”.

É contagiante o sentimento cívico, na Praça do 28º Batalhão de Caçadores, onde os manifestantes passam a maior parte do tempo ouvindo os hinos do Brasil, Exército, Marinha e Aeronáutica e outros tradicionais dobrados.  

O mais vergonhoso e repugnante é vermos muitos veículos de imprensa (corrompidos) e jornalistas (indignos) serem coniventes com tais acusações, vindas de um ministro que se tornou, insofismavelmente, com o apoio da mídia pútrida, um “carrasco de toga”, que aterroriza o Brasil, viola a Constituição Federal e implanta a Ditadura Togada, que amordaça o povo, derruba plataformas sociais, censura veículos de comunicação, ao tempo em que ele próprio oferece escandalosas benesses aos “protegidos da Corte”.     

Multidão ocupa praça em frente ao 28 BC, em Aracaju, e protesta contra a volta do PT e do comunismo.

Foto:reprodução/FAXAJU

Ora, será que o povo brasileiro não tem o direito de se manifestar contra esses abusos? O direito à manifestação é um pilar da democracia, podendo ser exercido em qualquer lugar do país. A Constituição Federal de 1988 garante que: Art. 5º, § IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; art. 5º, § XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.”

Como vemos, as manifestações são uma forma de expressão coletiva e, também, um exercício de democracia, pois cria um espaço público de discussão. Também é através da manifestação que a sociedade demonstra seus anseios e necessidades ao Estado. Por isso, o exercício deste direito é a afirmação do Estado Democrático de Direito.

E se o povo está se manifestando é porque não aceita mais que uma perigosa quadrilha, que roubou bilhões e bilhões do Brasil, volte à cena do crime com a conivência de ministros da Corte Suprema, que deveriam dar bom exemplo para a Nação Brasileira e não os dão!

Destarte, são mais que legítimas as manifestações populares, tomadas pelas cores oficiais do nosso Brasil, dizendo que não mais aceitam às insolentes imposições de vários ministros do STF e do TSE, que insistem em promover um mar de impunidades, ao tirar um perigoso criminoso da cadeia para que ele passe a morar dentro do Palácio mais imimportante do Brasil.

O povo não pode chamar este despudorado e lamentável comportamento de ato antidemocrático? Até porque os senhores (as) ativistas e tendenciosos (as) ministros (as) não estão acima da Lei.

Neste contexto, urge a nova, moderna e destemida imprensa, que é pautada na veracidade dos fatos, na ética e na decência, denunciar essa desprezível inversão de valores, maquinada por inescrupulosos integrantes de duas Cortes Superiores que enlameiam a imagem do País – porque ANTIDEMOCRÁTICOS e CRIMONOSOS não são os ordeiros e pacíficos manifestantes brasileiros que clamam por Liberdade e Justiça. Os verdadeiros ANTIDEMOCRÁTICOS e CRIMINOSOS são todos aqueles e todas aquelas que não querem ouvir e nem enxergar os clamores das multidões nas ruas, além de formarem um conluio para soltar e beneficiar o chefe-mor de uma organização criminosa, que já foi condenado em três instâncias e, agora, está “descondensado” – porque, certamente, prometeu retribuir com regalias e benesses os favores recebidos.

Portanto, a revolta do povo é justa e sua manifestação é legal. Com certeza, os protestos, de forma pacífica, ordeira e democrática, serão  intensificados neste feriado de 15 de Novembro, por ocasião do Aniversário de 133 Anos da Proclamação da República do Brasil, quando as praças e as ruas do País serão ocupadas pelas multidões.

E para concluir este meu artigo, aqui evoco o imortalizado poeta Castro Alves, que brilhantemente escreveu: “A praça é do povo como o céu é do condor!

 

Manifestantes em frente ao 28º Batalhão de Caçadores. Foto: Reprodução/Cortesia/ Sívio França

O jornalista e professor Helio Fialho discursando na manifestação em frente ao 28 BC. Foto: Reprodução/Cortesia/Silvio França

O jornalista e professor Helio Fialho discursando na manifestação em frente ao 28 BC. Foto: Reprodução/Cortesia/Silvio França

Os manifestantes Helio Fialho e Silvio França se cumprimentando, na Praça do 28 BC, em Aracaju.  Foto: Reprodução/Cortesia/ Silvio França

Manifestantes na Praça Maria Quitéria, em frente ao 28º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro, em Aracaju, Sergipe. Foto: Reprodução/ Cortesia/Sílvio França

Manifestantes na Praça Maria Quitéria, em frente ao 28º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro, em Aracaju, Sergipe. Crianças, jovens e adultos não querem o comunismo. Foto: Reprodução/ Cortesia/Sílvio França

 

 

 

 

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