ECONOMIA

MP-AL recomenda vigilância para evitar aumento abusivo de preços

Discussão aconteceu durante reunião sobre desabastecimento com representantes de setores públicos e privados do estado.


icon fonte image

  Fonte: G1 AL

Reunião no MP-AL discutiu estratégias para evitar desabastecimento em cidades do interior

Reunião no MP-AL discutiu estratégias para evitar desabastecimento em cidades do interior   Foto: Ascom/MP-AL

Postado em: 29/05/2018 às 22:41:51

Em reunião com representantes de diversas instituições públicas e privadas do estado de Alagoas, o procurador-geral de justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça, recomendou, nesta terça-feira (29), diante dos problemas gerados pela greve dos caminhoneiros, atenção para que seja evitado a prática de preços abusivos nos produtos comercializados no estado.

Durante a reunião no prédio-sede do órgão, em Maceió, foram discutidas estratégias para facilitar o trânsito de alimentos, insumos, combustíveis e medicamentos. Na ocasião, ficou decidido ainda que as Polícias Rodoviária Federal (PRF) e Militar (PM) vão reforçar equipes em todos os pontos de bloqueios para assegurar que os caminhões com produtos não fiquem retidos; como também, que o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado (Sindicombustíveis-AL) priorize o abastecimento de postos do interior que possuem contratos com as prefeituras municipais, afim de assegurar combustíveis para veículos oficiais que prestam serviços públicos.

Também durante o encontro, ficou acertado ainda que os empresários dos postos de combustíveis não aumentem o preço da gasolina, etanol e diesel.

“O Ministério Público está preocupado com a situação. Precisávamos buscar formas de amenizar os riscos e os problemas causados pela paralisação dos caminhoneiros. Para nós, o mais importante é poder garantir o abastecimento dos postos de combustíveis em Maceió e no interior para que serviços essenciais, como saúde e educação, possam ser executados pelas prefeituras, e para que a população não fique desabastecida naquilo que custe a sua sobrevivência, como são os casos dos alimentos e dos medicamentos e insumos”, pontuou Alfredo Gaspar.

Comentários

Escreva seu comentário
Nome E-mail Mensagem