NOTÍCIAS

MP-AL pede que polícia investigue fake news sobre o bairro do Pinheiro, em Maceió

Dois áudios com informações falsas sobre o problema das rachaduras no bairro foram compartilhados.


icon fonte image

  Fonte: G1 AL

Rua no bairro do Pinheiro apresenta rachaduras

Rua no bairro do Pinheiro apresenta rachaduras   Foto: Carolina Sanches/G1

Postado em: 21/02/2019 às 20:53:12

O Ministério Público Estadual de Alagoas (MP-AL) pediu oficialmente à Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil, para investigar a autoria da gravação e divulgação de notícias falsas sobre o bairro do Pinheiro, em Maceió. Dois áudios com fake news sobre o problema foram compartilhados.

A informação sobre o pedido de investigação à Polícia Civil foi confirmada nesta quinta-feira (21) pela assessoria de comunicação do MP.

Um áudio com informações falsas, divulgado por meio de WhatsApp, alerta para um desastre imenso que envolve não só o Pinheiro, como também outros bairros da capital.

Outro áudio, que circula nas redes sociais, traz boatos apontando os problemas que causaram as rachaduras no bairro e alertando às pessoas para que evitem circular pela região.

  • Veja o que se sabe sobre as rachaduras no bairro

A Braskem comunicou que enviou requerimento ao MP e ao Ministério Público Federal (MPF) pedindo a adoção de providências contra a disseminação de notícias falsas sobre a situação do bairro.

O requerimento alerta para o fato de que as chamadas fake news têm trazido desinformação e boatos, que geram pânico na comunidade e na população em geral, pois utilizam elementos de catástrofe, de forma proposital e deliberada, para causar o temor público.

Por meio de nota, a Defesa Civil disse que "está avaliando o conteúdo de áudios para viabilizar as medidas adequadas do ponto de vista jurídico, com atuação conjunta ao Ministério Público Estadual e Federal, a fim de responsabilizar os autores conforme sejam identificados".

O bairro sofre com as rachaduras desde o início de 2018. Especialistas ainda estudam o fenômeno, e ainda não chegaram a nenhuma conclusão do que pode ter causado isso.

Comentários

Escreva seu comentário
Nome E-mail Mensagem