Motoqueiros assaltam em plena luz do dia na cidade de Pão de Açúcar
Os bandidos utilizaram uma motocicleta azul para praticar as duas ações criminosas
Foto: Ilustrativa/Divulgação
Dois indivíduos em uma motocicleta de cor azul e placa não identificada assaltaram duas pessoas, em Pão de Açúcar, na tarde desta quarta-feira (24).
Segundo informações do GPM local, policiais militares que estavam de plantão receberam, entre 16 horas e 30 minutos e 17 horas, duas ligações telefônicas informando que dois indivíduos usando capacete e trajando blusão preto haviam assaltado duas pessoas em ruas localizadas no centro da cidade, isto é, na Rua São Francisco e na Rua do Monte, levando dois aparelhos celulares das vítimas.
Logo após ter recebido a primeira ligação, a polícia realizou uma operação com o objetivo de prender os acusados. A ação policial para prender os assaltantes foi realizada dentro da cidade, ou seja, na periferia, no porto das lanchas, no porto da balsa e em algumas estradas vicinais, não conseguindo localizar os dois meliantes.
A reportagem do Notícia Quente conseguiu levantar que as vítimas destes dois assaltos não procuraram o GPM e a Delegacia de Polícia Civil para registrar a ocorrência, até o presente momento, o que dificulta ainda mais a apuração dos casos.
Um policial militar que está de plantão e participou da operação da polícia, para localizar os dois motoqueiros assaltantes, disse à reportagem do Notícia Quente que as vítimas registrarem as ações delituosas, fica muito difícil de os criminosos serem identificados.
Sabe-se que uma das vítimas dos dois motoqueiros é uma funcionária do posto do Instituto de Identificação de Pão de Açúcar. Ela ficou em estado de choque porque durante o assalto um dos bandidos deu ordem para o comparsa atirar sobre sua cabeça, pois o bandido achou que a vítima estava encarando-os durante o assalto. “Atire na cabeça dela”, dizia repetidamente um dos assaltantes.
O delegado de Pão de Açúcar, bacharel Fernando Lustosa, esperou até às 23 horas de ontem que as vítimas procurassem a delegacia de polícia civil para prestarem queixa sobre o ocorrido, mas elas não apareceram.
Acredita-se que a banalização do roubo de celulares faz com que as vítimas prefiram comprar outro aparelho a prestar queixa à polícia, contribuindo, assim, para que casos como este fiquem impunes.


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