Maceió e Natal são as únicas capitais do NE em nível epidêmico de Síndrome Respiratória Aguda Grave
Das 27 capitais do Brasil, quatro estão em macrorregiões de saúde em nível pré-epidêmico, enquanto 21 estão com as taxas classificadas como altas

Fonte: Gazetaweb - Por Rayssa Cavalcante
Maceió está entre as capitais com sinal de queda ou estabilidade Foto: Reprodução/Gazetaweb
O mais recente Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que Maceió, em Alagoas, é uma das capitais do Nordeste em nível epidêmico para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (2). Além dela, a lista traz Natal, capital do Rio Grande do Norte.
Das 27 capitais do Brasil, quatro estão em macrorregiões de saúde em nível pré-epidêmico. São elas: Belém, Cuiabá, Palmas e São Luís. Demonstrando queda, nenhuma capital chegou aos níveis "muito alto" e "extremamente alto".
Além disso, pelo menos 21 capitais estão em nível alto (Aracaju, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Manaus, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Teresina e Vitória).
Ainda de acordo com o boletim, Maceió está entre as capitais com sinal de queda ou estabilidade, quando é analisado o surgimento de casos a longo e curto prazos. Somente sete capitais apresentaram tendência de aumento.
"Observa-se que apenas 7 das 27 capitais apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) até a semana 34: Boa Vista (RR), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Palmas (TO), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Vitória (ES), embora na maioria compatível com cenário de oscilação", diz o boletim.
BRASIL
Em todo o país, os dados apontam para o aumento recente no número de casos de SRAG em crianças e adolescentes de zero a 17 anos, com taxa de crescimento maior na faixa de 5 a 11 anos, em diversos estados, nas primeiras semanas de agosto.
No público em geral, a tendência é de queda ao longo prazo e estabilidade na tendência de curto prazo (últimas três semanas). O surgimento de casos está em processo de estabilização para patamar similar ao mantido em abril de 2022.


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