Lojas abrem, mas movimento no centro de Maceió é fraco no último domingo antes do Dia das Mães
Lojistas esperam que mais clientes apareçam na semana que vem. Quem foi ao local para fazer compras, diz que baixo movimento facilitou a pesquisa por preços.

Fonte: G1 AL - Por Derek Gustavo
Calçadão do centro de Maceió estava praticamente vazio neste domingo (6) Foto: Derek Gustavo/G1
movimento no calçadão do centro de Maceió neste domingo (6), o último antes do Dia das Mães, foi considerado fraco por lojistas e ambulantes.
Para quem saiu de casa com o objetivo de comprar presentes, o baixo movimento não foi problema e acabou facilitando a pesquisa pelos melhores preços.
O G1 esteve no Centro por volta das 10h30, e encontrou o principal trecho do calçadão, próximo à Rua do Comércio, praticamente vazio. Eram poucas as pessoas circulando por ali, e menor ainda era a quantidade das que estavam com sacolas nas mãos.
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Eletricista Isaías Gomes da Silva levou a família para comprar o presente de dia das mães para a esposa (Foto: Derek Gustavo/G1)
O eletricista Isaías Gomes da Silva levou a esposa, a autônoma Edvânia Antônia da Silva, e a filha, Williane, de 9 anos, para comprar o presente de Dia das Mães. Mas, sem conseguir visitar todos as lojas que queriam, vão ter que voltar outro dia.
“Os preços até estão bons. Viemos comprar os presentes dela (Edvânia). Conseguimos comprar alguns, mas com tantas lojas fechadas, vamos ter que voltar na segunda”, conta Isaías.
A assistente administrativa Carla Nascimento também saiu cedo de casa com a família para “bater perna” e pesquisar os preços dos eletrodomésticos.
“Estamos gostando dos preços. Viemos logo cedo para evitar a correria, e como o calçadão não está tão movimentado, facilita a vida”, afirma Carla.
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A assiste administrativa Carla Nascimento também foi com a família para procurar o melhor preço (Foto: Derek Gustavo/G1)
O movimento baixo, no entanto, não é visto com bons olhos pelos comerciantes. O gerente de uma loja de eletrodomésticos, Ricardo Silveira, conta que a quantidade de clientes nesse período já foi maior nos anos anteriores.
“Apesar de baixo, o movimento de hoje é melhor que o dos outros domingos, quando não abre praticamente ninguém. Agora, está devagar, mas geralmente esquenta mais das 10h ao meio-dia. Nosso termômetro do mês todo, no entanto, são as duas primeiras semanas de meio. E levando isso em consideração, já vi períodos melhores do que esse”, relata Silveira.
Quem também sentiu a queda foi a ambulante Lúcia de Fátima. Para o dia das mães, ela vende bolsas e panos de prato.
“Em comparação com o ano passado, está fraco. Mas acredito que na semana que vem vai melhorar. Geralmente as pessoas deixam tudo para a última hora, não é?”, conta Lúcia, rindo.
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Lúcia de Fátima é vendedora ambulante, e sentiu uma queda no movimento em comparação com o ano passado (Foto: Derek Gustavo/G1)


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