Homenagem do portal Notícia Quente ao Dia do Folclore
Além de ultrapassar as divisas de Alagoas, a arte popular dos filhos da Terra do Sol já transcendeu as fronteiras do Brasil.
Foto produzida por Helio Fialho Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Pão de Açúcar é um dos municípios alagoanos mais ricos em manifestações folclóricas. Os folguedos, as artes populares, as histórias e lendas, o cancioneiro, as atividades seculares e tantas outras, na maioria das vezes, inspiradas no Velho Chico, impregnam a nossa terra com a essência das mais diversas manifestações culturais que resistem aos séculos.
É por este motivo que a plaga de Jaciobá é vista como um abundante celeiro de artistas populares, graças aos grandes mestres e mestras do passado e do presente, dentre os incontáveis elencamos: Augusto Viriato, João Lisboa, Luiz Cachapá, Lourdes Alegria, Marceneirinho, Manoel Porém, Pedro da Paz, Zé do Bracinho, Agenor Transferência, Mané Retratista, João da Rua, Paulo da Rua, Espedito de Libânia, Levino Farias Brazão, Zé Canivte, Tonho Baixinho, Zé Messias da Impoeiras, João de Marialves, Rosevaldo Preto, Messias de Olga, Zélia Capinha, Fernando Rodrigues, Jorge Kanecão, Enivaldo Vieira, Tonho Capoeira, Felinto Capoeira, Cícero Pinheiro, João Firmino, Bebé Gaita,Tonha Rosa de Santiago, Henrique de Santiago, Mestre Dedé, Antonio Fonseca, Zé Negão, Cantionilo, Zé Nica, Chicão, Agnelo, Manuca, Leobino do Machado, Cristóvão, João Buzano, Maria Bezerra do Limoeiro, Costinha Lima, Terezinha de Bamba, Laércio de Bamba, Jurandir Bozo, Petrônio Farias, Beto de Meirus, Mestra Dadá, todas as bordadeiras da Art-Ilha e todos os artesãos da Ilha do Ferro, sem exceção, artistas de outras comunidades urbanas e rurais de Pão de Açúcar, filhos naturais e adotados, além de tantas outras figuras que enriquecem o folclore da antiga pátria dos Urumaris com suas mais diversas artes.
A produção cultural de Pão de Açúcar é imensurável. E, além de ultrapassar as divisas, a arte dos filhos da Terra do Sol já transcendeu as fronteiras do Brasil. Vários países da América, Europa e Ásia possuem algum tipo de arte popular levada da antiga pátria dos Urumaris.
Por todas essas razões, neste Dia Nacional do Folclore, existe motivo suficiente para homenagearmos os personagens conhecidas ou anônimas, que preservam e representam as tradições e os costumes do Paraíso da Água Doce.
Viva o Folclore pão-de-açucarense, alagoano, nordestino e brasileiro!!!
O artista multicultural Beto de meirus, a mestra Dadá de Meirus e o escrtor Helio Fialho
Artesanato da Ilha do Ferro. Ateliê Fernando Rodrigues. Foto: Helio Fialho
Grupo folclórico representado por alunos do CSV. Foto: Helio Fialho
Banco de madeira, por Valmir da Ilha do Ferro. Foto: Helio Fialho
Máscra confeccionada pelo artesão Fernando
Rodrigues, da Ilha do Ferro. Foto: Helio Fialho
Cadeira feita pelo mestre Fernado da Ilha do Ferro
Foto: Reprodução/Acervo Helio Fialho
Vaqueiros em Pão de Açúcar, AL. Foto: Reprodução/Google


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