Forças Armadas e polícias fazem operação em favelas do centro do Rio
O objetivo da operação não foi informado até o momento. Nesta quinta-feira, 27, a morte do comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar do Rio, no Méier, elevou para 11 o número de PMs mortos em 2017 no Estado.

Fonte: Estadão/Bibiana Borba
Foto: Reprodução/Estadão/Getty
As forças de segurança do Rio de Janeiro realizam uma operação especial nos morros do São Carlos, Zinco, Querosene e Mineira, no centro da cidade, desde a madrugada desta sexta-feira, 27. Agentes das Forças Armadas, Força Nacional de Segurança e Polícia Federal participam da ação, em apoio às polícias Civil e Militar do Rio.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado informou que as Forças Armadas fazem o cerco das comunidades, em pontos estratégicos. Há bloqueios de várias ruas na região do Estácio, assim como do acesso ao Sambódromo da cidade. Helicópteros sobrevoam a área desde em torno das 3h30 da manhã. O espaço aéreo está controlado, mas não há interferência nas operações dos aeroportos.
O objetivo da operação não foi informado até o momento. Nesta quinta-feira, 27, a morte do comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar do Rio, no Méier, elevou para 11 o número de PMs mortos em 2017 no Estado. O tenente-coronel Luis Gustavo Teixeira foi baleado em uma tentativa de arrastão contra motoristas. Mais tarde, o número subiu para 112, com a morte do cabo Djalma Pequeno, que tentou impedir um assalto em um shopping center.
Nenhum criminoso foi preso após os homicídios. As polícias também seguem em busca de criminosos envolvidos na invasão da favela da Rocinha
O comandante-geral da PM, coronel Wolney Dias, afirmou que existe a possibilidade de solicitar apoio das Forças Armadas para atuação nas ruas da capital fluminense.


Comentários
Escreva seu comentário