Em júri, réu confessa ter estuprado, matado e jogado corpo de criança em telhado
Pequena Beatriz Rocha, de Maravilha, tinha seis anos quando foi cruelmente violentada em agosto de 2020

Fonte: Gazetaweb - Por Thiago Gomes
Em júri, Edvaldo Santos confessa que abusou e matou a pequena Beatriz antes de jogar o corpo dela no telhado da residência Foto: Reprodução/Gazetaweb/MPAL
Durante júri popular, na manhã desta quinta-feira (3), o acusado da morte cruel da pequena Beatriz Rodrigues Rocha, que tinha 6 anos, ocorrida em agosto de 2020, no município de Maravilha, no interior de Alagoas, confessou ter estuprado, matado e jogado o corpo da garota no telhado de uma residência. O crime chocou a população local e gerou uma grande comoção à época.
O julgamento de Edvaldo dos Santos está acontecendo no Fórum de Maceió e é conduzido pelo juiz José Braga Neto, da 8ª Vara Criminal da capital. De acordo com o Ministério Público de Alagoas (MPAL), as testemunhas do caso foram dispensadas, levando-se em consideração a confissão do réu.
Ao relatar o episódio, o promotor de justiça Tácito Yuri citou a estupidez do acusado e destacou a violência sofrida pela criança, que foi assassinada depois de ser forçada a manter relação sexual anal e vaginal.
“É difícil falar de algo assim. Temos filhos, imaginem uma criança que, inocentemente, por conhecer o réu, foi até a casa dele e, lá, estupidamente abusada, sendo vítima de sexo anal, vaginal e depois morta. Não há como não nos comovermos e, hoje, os senhores do conselho de sentença estão com a missão de fazer justiça por ela”, afirmou.
O réu admitiu que, após ter abusado e matado a menina, colocou o corpo em um saco de lixo e jogou no telhado de um imóvel. Os jurados se reuniram para deliberar se o condenam ou o absolvem da prática criminosa.
Antes deste caso, Edvaldo dos Santos já tinha sido preso outras vezes por roubo e latrocínio. À época, disse que dava dinheiro para Beatriz comprar doces.
O corpo da menina foi encontrado dentro de um saco de lixo, no telhado da casa do acusado. Quando foi preso, Edvaldo alegou que, por estar sob efeito de álcool, não se lembrava do que aconteceu. A casa dele chegou a ser apedrejada por populares.


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