Crueldade e frieza: polícia detalha como agiu padrasto de Danilo Almeida

Fonte: TNH1 - Por João Victor Souza e Gilson Monteiro
Foto: TNH1
A promotoria fala em “traços de psicopatia” e os detalhes revelados pela polícia em coletiva à imprensa nesta terça-feira, 28, podem reforçar esse perfil de José Roberto de Morais, denunciado pelo Ministério Público Estadual pelo assassinato do garoto Danilo Almeida, de 7 anos, no bairro do Clima Bom, em Maceió.
A apresentação feita pelos delegados da Divisão Especial de Investigação e Captura (Deic) mostrou detalhes de um crime bárbaro executado com frieza e violência por José Roberto, segundo a polícia.
Nos vídeos que você confere abaixo, o delegado Eduardo Mero, coordenador da Delegacia de Homicídios, explica o “modus operandi” do acusado.
Após matar o garoto, em pleno Dia das Crianças, com facadas e possivelmente também com esganadura, José Roberto teria deixado o corpo em sua oficina, e se juntado ao grupo de buscas, que procurava o menino, até então dado como desaparecido. Em seguida, ele teria levado o grupo a desviar a rota de buscas, teria ido até a oficina buscar o corpo, e o colocado em um beco nas proximidades. A partir daí, José Roberto teria retornado ao grupo, levando os vizinhos para a região do bairro onde deixou o corpo do garoto.
Segundo a polícia, José Roberto teria trocado a roupa do garoto, e limpado o corpo, porém a perícia detectou presença de sêmen no ânus de Danilo e marcas de unhas na região do pescoço. Não se sabe também se o garoto e o irmão gêmeo dele vinham sofrendo violência sexual.


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