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Corrupção Desenfreada e Dinastia à Brasileira: duas características predominantes da política no Brasil

Na Dinastia à Brasileira, os filhos vivem a ocupar as cadeiras dos pais, no Poder Executivo e no Poder Legislativo.


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  Fonte: Por Helio Fialho

Corrupção Desenfreada e Dinastia à Brasileira: duas características predominantes na política brasileira

Corrupção Desenfreada e Dinastia à Brasileira: duas características predominantes na política brasileira   Foto: Reprodução/Redes sociais

Postado em: 04/02/2023 às 13:24:54

Não precisa ser um cientista político para saber que são duas as características predominantes da política brasileira:  Corrupção Desenfreada e Dinastia à Brasileira.

A maioria esmagadora dos políticos contribui para a presença marcante destas duas características, sendo que, somente uma minoria contribui para uma ou para outra, isto é, o político que não pratica a corrupção, pratica a Dinastia à Brasileira, objetivando perpetuar-se no poder porque se tornou um dependente das tetas monetizadas de órgãos públicos. Desse modo, é quase impossível um político brasileiro ficar à margem dessa lamentável e triste realidade. Todas as regras têm suas exceções, é óbvio.

Esta afirmativa, que não é nova, está fundamentada na prática dos incontáveis esquemas de corrupção, que têm promovido enriquecimentos ilícitos, os quais são frutos de desvios de recursos públicos e de negociatas políticas delituosas e, ainda, na prática da cultura da política hereditária, que alimenta esse atavismo no qual os filhos vivem a ocupar a cadeira dos pais, no Poder Executivo e no Poder Legislativo – porque os tais herdeiros políticos são criados para isso, assim como são mantidos os currais eleitoreiros.

Tanto a Corrupção quanto a Dinastia à Brasileira representam o atraso do Brasil, pois, devido a estes dois fatores, estão cada vez mais presentes, na vida da população, as desigualdades e injustiças sociais.

No nosso sofrido País, tais práticas resistem ao tempo e à modernidade porque já virou cultura, ainda que maquiavélica.  

A exemplo da “Terra dos Marechais”, tal prática não é mera coincidência. É como diz o velho ditado popular: “No Brasil, a política é de pai pra filho”.

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