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Caso Mônica: Justiça decreta prisão preventiva de marido acusado de matar esposa a tiros

Caso Mônica: Justiça decreta prisão preventiva de marido acusado de matar esposa a tiros Mulher gravou vídeo pouco antes de ser encontrada morta, dizendo que estava sendo perseguida pelo marido


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  Fonte: Tribuna Hoje com Ascom TJ/AL

Mônica Cavalcante foi morta pelo esposo Leandro Pinheiro Barros, em junho deste ano, em São José da Tapera

Mônica Cavalcante foi morta pelo esposo Leandro Pinheiro Barros, em junho deste ano, em São José da Tapera   Foto: Reprodução/Tribuna Hoje

Postado em: 28/07/2023 às 21:25:44

O juiz Leandro Folly decretou, nesta sexta-feira (29), a prisão preventiva de Leandro Pinheiro Barros, acusado de matar a esposa, Mônica Cavalcante, a tiros, no último mês de junho, no município de São José da Tapera. O réu ainda está foragido.

Nesta quinta (27), o Ministério Público de Alagoas ofereceu denúncia e representou pela prisão preventiva do acusado. A prisão temporária de Leandro já havia sido decretada desde junho.

Segundo o juiz Leandro Folly, a narrativa contida na representação criminal demonstra de forma clara a necessidade de intervenção do Poder Judiciário a fim de decretar a prisão cautelar para garantia da ordem pública e aplicação da lei penal.

“Os pressupostos para decretação da custódia cautelar são a prova da materialidade delitiva e indícios suficientes de autoria, cujas comprovações estão plenamente satisfeitas nos autos do processo”, explicou o magistrado.

O réu tem um prazo de dez dias a contar da data da decisão para oferecer resposta escrita. Caso Leandro não compareça à Justiça, nem constitua advogado será determinada a suspensão do processo e do curso do prazo prescricional. A investigação do caso encontra-se a cargo do Departamento Especial de Investigação e Capturas (DEIC) que organizou uma força-tarefa para capturar o acusado.

O caso

O crime ocorreu no dia 18 de junho deste ano. Testemunhas disseram que o casal Leandro Pinheiro Barros e Mônica Cavalcante estava discutindo em uma festa junina na cidade. Horas antes do crime Mônica gravou um vídeo chorando, dizendo que estava sendo perseguida pelo marido e que temia pela vida. No vídeo, ela diz que se algo lhe acontecesse, a responsabilidade era do marido, principal acusado do crime.

Segundo os autos, o homicídio foi praticado por motivo torpe (ciúmes), sentimento de posse e desprezo à vida da companheira, dificultando sua defesa e demonstrando frieza na execução do ato.

 

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