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Amazônia Legal: Incêndios criminosos como represália ou mera coincidência?

Que lutemos pelo Brasil e para o Brasil dos nossos filhos e netos!


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  Fonte: Artigo escrito por Helio Fialho

Amazônia Legal: Incendios criminosos como represália ou mera coincidência?

Amazônia Legal: Incendios criminosos como represália ou mera coincidência?   Foto: Reprodução/Redes sociais

Postado em: 23/08/2019 às 14:22:24

No Brasil, para a vergonha nacional, existe a cultura insana e criminosa de incendiar, como represália, presídios, carros e matas, causando enormes prejuízos à fauna e à flora e, em especial, ao povo. Geralmente esses incêndios de grandes proporções são praticados por organizações criminosas.

Partindo desta triste realidade, não podemos fechar os olhos e tampouco tapar os ouvidos para o que está acontecendo na Floresta Amazônica.

Bastou o presidente Jair Bolsonaro dizer que “a Amazônia é do Brasil e de nenhum outro país” – que suspenderam o envio de quantias elevadas oriundas de países da Europa. E com esses inesperados cortes, integrantes de ONGs e fazendeiros que vivem construindo fortunas à custa de entidades ambientais, perderam a mamata e, como reação, resolveram dar o troco imediatamente, para chamar a atenção do mundo, provocando incêndios criminosos, segundo afirmou o próprio presidente da república.

Se o presidente do Brasil está afirmando com tanta certeza, é porque ele dispõe de informações de órgãos de inteligência. Esqueceram que, apesar de não estar acima da lei, ele é a maior autoridade do nosso país. Por isso, o presidente da república não tem a obrigação de provar suas declarações sobre os incêndios. Quem irá provar são os órgãos de investigação!

Obviamente ninguém é tão tolo e fanático a ponto de não enxergar que os tais incêndios não estão ocorrendo por mera coincidência. Tudo leva a crer que estão sendo mesmo provocados.

Odiar o político Jair Bolsonaro, não aceitar a sua vitória nas urnas, repudiar a sua forma austera de fazer política não significa dizer que uma pessoa, por mais antagônica que se declare, não possa enxergar que os incêndios são mesmo criminosos.

Os focos de incêndio que estão ocorrendo na Amazônia Legal assemelham-se aos incêndios provocados recentemente por organizações criminosas, no estado do Ceará, e que já ocorreram, também, no Rio de Janeiro, São Paulo e outros estados, onde destruíram uma quantidade enorme de veículos. É, de fato, um duro e inconsequente recado ao governo.

Lamentavelmente, a mídia sensacionalista está contra o governo de Bolsonaro porque este deixou de ofertar a gigantesca e cobiçada fatia do “bolo publicitário” que privilegiava pouquíssimos empresários do império das comunicações, a ponto de construírem verdadeiros reinados financeiros. Mas por que esta casta nunca pensa no bem-estar coletivo?!

Pela reação dos governos da Alemanha, Noruega, França e de outros países, já deu para perceber suas verdadeiras intenções para com a Região Amazônica. Até porque, com a conivência e permissividade de governos brasileiros anteriores, organizações internacionais apoderaram-se da Floresta Amazônica e estão explorando há muitos anos as riquezas brasileiras lá existentes.

Por isso, é balela essa história de preocupar-se com a Floresta Amazônica porque ela é “o pulmão do mundo”. Mais do que o pulmão do mundo, a Amazônia Legal representa “a cobiça do mundo”, devido as incalculáveis riquezas nela concentradas.

Contudo, não podemos negar que o presidente Bolsonaro é um verdadeiro “espanta-lobos”, porém, o seu jeito intolerante de tratar a hipocrisia e a demagogia faz parte de sua autenticidade. E isso ele faz desde os tempos em que foi deputado. Aliás, desde os tempos em que esteve servindo ao Exército Brasileiro.

Portanto, não é agora, como Presidente da República Federativa do Brasil, que Jair Messias Bolsonaro gera polêmica quando abre a boca para dizer suas verdades, ainda que inoportunas e incômodas.

O problema maior é que a mídia sensacionalista brasileira, que sempre se alimentou de mentiras, não está habituada a ouvir duras verdades da boca de um presidente da república.

Como exemplo, posso citar as pesquisas tendenciosas e mentirosas que apontavam a derrota do candidato Bolsonaro, no segundo tuno das eleições presidenciais, em 2018.

E contrariando a vergonhosa indústria de fake news eleitorais e, ainda, as terríveis campanhas “Ele Não”, amplamente divulgadas pelos famosos e “infalíveis” institutos de pesquisas, poderosos veículos de comunicação, atores brasileiros, onde contou somente com as redes sociais, ele conseguiu vencer as eleições com 57,79 milhões de votos absolutos (55,13% dos votos válidos).

E agora, já no exercício do mandato, o presidente da república continua sendo alvo do ódio e da oposição das famosas redes televisivas e de jornais brasileiros, que se uniram à mídia marrom internacional e aos falsos socialistas para “minar” a sua imagem, utilizando-se das mais descaradas, mesquinhas e desonestas estratégias e fake news. Tal comportamento  é um sinal claro do inconformismo de quem não sabe perder; um atentado à democracia; um desrespeito gritante à vontade soberana do povo que o elegeu através das urnas.

Falsos socialistas sim! Porque um legítimo socialista jamais aceitará mergulhar no oceano da corrupção para enriquecer subtraindo o dinheiro público. Tenho alguns amigos que são adeptos do socialismo e do comunismo. Os considero autênticos e honestos porque não se deixaram cair nas tentações do poder e, por isso, continuam tendo uma vida simples, sacrificada e sobrevivem à custa do trabalho honesto.

Durante muitos anos, apesar de não ter sido filiado aos partidos de esquerda, usei broches vermelhos que estampam “a foice e o martelo”, pois nunca neguei ser um simpatizante destas agremiações. Depois passei a integrar outras siglas partidárias. E já faz quase 20 anos que não estou filiado a partido político.

Depois de ter visto alguns companheiros partidários juntarem fortunas na vida política, locupletarem-se à custa de esquemas desonestos, passei a considerar partido político e/ou ideologia política como esterco. Por causa de tamanha decepção e vergonha, prefiro votar no cidadão e suas propostas a votar em partido.

Embora seja muito raro, ainda vejo pessoas bem intencionadas militando na política, querendo mudar o quadro vergonhoso em que se encontra o país, o estado e o município. Sobre esta triste realidade, criei e publiquei nas redes sociais uma afirmativa que a define muito bem.

 

“Aquele que ingressa na vida política, consegue derrotar as oligarquias reacionárias e assume a gestão pública com o objetivo de extirpar os vícios e desmandos promovidos pelos maquiavélicos profissionais da politicagem, que fazem de tudo para perpetuarem-se no poder, “o sangue novo” enfrenta a resistência, o ódio, as agressões do poder dominante e de seus fanáticos adeptos. No Brasil, este cenário é visto nas três esferas do poder (federal, estadual e municipal), para o atraso das políticas públicas, lamentavelmente”.

 

Também não posso negar que destaquei o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva em meu trabalho monográfico, de conclusão do curso de Ciências Jurídicas (Direito), em 2010, intitulado “O analfabeto e o direito restrito de sufrágio”.

Neste trabalho destaquei a competência administrativa de um presidente da república, sem formação superior, que estava realizando uma administração acima das expectativas dos brasileiros, elevando o nome do Brasil lá fora. E, por esta façanha, o prestígio de Lula transcendeu as fronteiras do nosso país.

Contudo, nada justifica a este político e ex-metalúrgico ter promovido o maior esquema de corrupção já visto no Brasil e no mundo. Ou será mesmo que Lula, Zé Dirceu, Paulo Bernardo, Palocci e outros gananciosos, desonestos e falsos socialistas são inocentes? A inocência deles tem o mesmo grau de inocência de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e Aécio Neves – a Lava Jato que o diga. E o pior cego é aquele que não quer enxergar.

Sem dúvida, neste propinoduto estão envolvidos, também, integrantes de diversos partidos: PMDB, PSDB, PSB, DEM, PP, PR, PSD, PDT, PTB, PC do B, SD, PCC, PRTB, PROS, PV, PEN, PPS e o próprio PT, sendo este em maior escala.

E desta roubalheira que levou o Brasil ao caos econômico, fazendo com que faltasse dinheiro, para a Saúde, Educação, Assistência Social, Agricultura, Cultura, Previdência Social e outros setores, a maior vítima é a população brasileira, que fica humilhada diariamente nas filas dos hospitais, sem direito a atendimento médico, exames e remédios.

Agora, prestes a chegar o mês de Setembro e a “Semana da Pátria”, que façamos uma reflexão sobre o “Brasil que temos e o Brasil que queremos”. E que a nossa brasilidade esteja sempre acima dos interesses políticos partidários, das ideologias e dos projetos individuais daqueles que só enxergam o próprio umbigo – porque os políticos passam e as necessidades do povo vão permanecer.

Que lutemos pelo Brasil e para o Brasil dos nossos filhos e netos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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