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Aliados de Bolsonaro defendem divulgação de vídeo para desarmar 'bomba' de Moro

O entendimento é que a divulgação do trecho do vídeo da reunião ministerial alvo de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) beneficia Bolsonaro na acusação de que tentou interferir no comando da Polícia Federal e pode minimizar o desgaste da imagem do


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  Fonte: Com estadão - Por Jussara Soares

  Foto: Reprodução

Postado em: 14/05/2020 às 20:38:42

BRASÍLIA - Após a revelação, por determinação judicial, dos resultados dos testes de coronavírus do presidente Jair Bolsonaro, auxiliares do Palácio do Planalto defendem que a “outra bomba”, desta vez envolvendo o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, seja desarmada o quanto antes.

O entendimento é que a divulgação do trecho do vídeo da reunião ministerial alvo de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) beneficia Bolsonaro na acusação de que tentou interferir no comando da Polícia Federal e pode minimizar o desgaste da imagem do presidente.

A aparente tranquilidade do presidente e confiança de seu auxiliares vêm do fato de que, antes de entregar o vídeo à Justiça, o conteúdo foi minuciosamente estudado pelo Planalto para verificar se em algum trecho o presidente poderia incorrer no crime de responsabilidade.

A conclusão, segundo interlocutores do presidente, é que, apesar dos palavrões e algumas "saias-justas" envolvendo o STF, China e governadores, o trecho alvo de inquérito não é uma prova contundente das acusações de Moro de que foi pressionado para trocar a PF.

Os ministros Jorge Oliveira, da Secretaria-Geral da Presidência, e José Levi, Advogado-Geral da União, foram os encarregados de fazerem a análise do vídeo. A gravação ficou restrita a um grupo de auxiliares de extrema-confiança após o ministro Celso de Mello requisitar a gravação da reunião no dia 5 de maio na íntegra. Até a entrega do vídeo na sexta-feira, dia 8, o conteúdo foi revisto várias vezes.

Bolsonaro tem afirmado enfaticamente que não falou as palavras Polícia Federal nem superintendência em todo o vídeo. Também disse que não se referiu a Moro quando falou em trocar sua segurança pessoal. “Eu não falei o nome dele no vídeo. Não existe a palavra Sergio Moro. Eu cobrei a minha segurança pessoal no Rio de Janeiro. A PF não faz minha segurança pessoal, quem faz é o GSI”, disse o presidente na manhã desta quarta-feira, 13.

Em depoimentos à PF, os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) alegaram que a PF foi mencionada quando o presidente cobrou relatórios de inteligência de todos os órgãos do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin)

Após a exibição do vídeo na Polícia Federal na terça-feira, o decano do STF deu 48 horas para Moro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestem sobre o levantamento do sigilo – total ou parcial – do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril. O prazo vence amanhã.

Nesta quarta-feira, 13, a defesa de Moro pediu ao ministro Celso de Mello, relator de inquérito, que determine a divulgação da íntegra da reunião do dia 22 de abril ou que, ao menos, “seja publicizadas todas as falas do presidente durante tal reunião”. O argumento dos advogados é que, por se tratar de um ato oficial do governo, a divulgação do conteúdo na íntegra caracterizará uma "verdadeira lição cívica".

Aliados do Planalto, no entanto, veem a solicitação uma tentativa de Moro de desgastar a imagem do presidente justamente com assuntos não pertinentes ao inquérito. Alguns ministros defendem que a divulgação do trecho do vídeo sobre a PF pode abalar a credibilidade do ex-ministro da Justiça, que mesmo antes de sair do governo era visto como um adversário do presidente nas eleições de 2022.

A AGU deve pedir para que apenas trechos do vídeo sejam divulgados. Nesta quarta, Bolsonaro disse que por ele divulga o vídeo e conversaria com o advogado-geral da União para divulgar a parte envolvendo o ministro Moro. “Tudo que trata do inquérito, da minha parte, está liberado, não tem sigilo de nada. Mas não quando trata de assuntos comerciais, internacionais ou questões pessoais”, disse o presidente.

O procurador-geral Augusto Aras deve se manifestar sobre a divulgação do vídeo nesta quinta-feira, 14. A tendência é que ele defenda que apenas trechos relacionados ao inquérito sejam publicizados.

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  • DOCTOR MIGUEL LIMA Abraços 15 de Maio de 2020 O Brasil como empresa pública rouba e muito dos brasileiros e os políticos tem cem anos ou mais de perdão. Políticos ao eleitos pelos brasileiros para administrar o Brasil e fazer leis e não roubam os brasileiros e sim o Brasil um país ladrão e sem o CODIGO DE PROCESSO TRIBUTARIO. O voto és um estupro: brasileiros são forçados a votar para ser cidadão - CRIME. Es melhor ser corno no Brasil do que ser juiz, corno depende só do negão e juizes depende de MUITOS. CONCURSOS não mede capacidades. Juízes e membros do satânico e falido ministério público brasileiro devem e logo serem eleitos pelo e para os brasileiros. Políticos tem que ter qualidade e não quantidade. TUDO NO BRASIL ESTÁ FACIL DEMAIS: coisa boa a difícil. Juízes ganham muito e não trabalham e nem membros do satânico ministério público. A OAB és dos maçons e discrimina as mulheres advogadas e és criminosa a OAB onde defende os BANDIDOS e não os advogados pobres e deficientes e idosos como eu. Juízes quando eram e cometem crimes aposentam o desgraçado. A lei máxima do Brasil mente muito e muito: todos são iguais perante a lei no artigo 1o da CF88 (uma das mentiras da lei máxima do Brasil). O DETRAN não usa a justiça para cobrar seus tributos e nem a fedorento e criminosa PRF e demais. Os órgãos públicos não usam a justiça e querem justiça no Brasil : OS ÓRGÃOS PUBLICOS NO BRASIL COMETEM MUITOS E MUITOS CRIMES. Eu tive um acidente de moto em 11.06.2016 e pedi justiça e : 1. A PRF apropriou de meus bens e tomou quase 10 mil reais meu e outros crimes; 2. Comuniquei a PF e ao SATÂNICO MPF e NADA; 3. Pedi meus direitos na justiça Federal x Denit ai O criminoso do juiz rasgou a CF88 na minha frente e julgou sem ADVOGADO; 4. O denit até hoje nao me deu um SONRISAL; 5. O DETRAN apropriou de meu carro e ficou com.minha cadeira de rodas e outros pertences e ainda abandonou eu no asfalto e liberou carros de amigos petistas e recebeu grana na minha frente numa blitz para liberar carros; 6. Pedi assistências a defensoria pública estadual e federal e NADA - não funcionam; 7. Pedi ao presidente Bolsonaro meus direitos de anistia no Incra e ele mandou para Moro e depois para outro local e ARQUIVOU. CONCLUSÃO : Caganeira dar várias vezes, numa dessas eu recebo meus direitos. Onde somente tenho deveres no Brasil. Assina : Dr Miguel eugenio Guimarães lima email doutormiguellima@hotmail.com e fone 85 21308935.
    MIGUEL EUGÊNIO GUIMARÃES LIMA 15 de Maio de 2020 BRASIL ES BOM PARA DESONESTOS E CRIMINOSOS