RELIGIÃO

Pastor Givago Souza afirma que foi afastado da presidência da Convenção Batista Alagoana porque falou da corrupção dentro da instituição evangélica

Ele disse que foi alvo de represália, porém, o 1º secretário da CBA discorda e diz que o afastamento do Pr. Givago aconteceu para evitar que suas as declarações provoquem mais prejuízos à instituição, ja que os processos ainda estão sub judice.


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  Fonte: Da Redação

Pr. Givago de Almeida Souza

Pr. Givago de Almeida Souza   Foto: Reprodução/Facebook

Postado em: 19/04/2018 às 16:44:00

No atual momento brasileiro, onde vergonhosos esquemas de corrupção vêm sendo desvendados, denunciados e pessoas envolvidas punidas pela Justiça, o Pr. Givago Souza, que até o dia 11 deste mês exercia o cargo de presidente da Convenção Batista Alagoana (CBA), foi afastado, de forma surpreendente, do cargo porque, segundo ele,  denunciou e tornou público um grande esquema de fraudes praticadas por  alguns pastores que assumiram, ao longo das últimas três décadas, a presidência desta renomada instituição evangélica em Alagoas.

A justificativa usada na Convocação Emergencial feita  pelo Pr. Alecsandro Nogueira Lemos, que é o 1º vice-presidente da CBA e que tomou a iniciativa de reunir o Conselho de Coordenação da Convenção Batista Alagoana (CBA), foi que “os atos e palavras do ora presidente, nas entrevistas em questão, expõe problemas internos que já estão sendo cuidados pelo Conselho, inclusive nas esferas legais, consequentemente comprometendo ainda mais a credibilidade desta Convenção”.

No mesmo texto da convocação, o pastor Alecsandro afirma que houve repercussão nas entrevistas concedidas pelo presidente Givago Souza a programas radiofônicos, o que contraria o artigo 29, incisos IX e X, alínea “a”, do estatuto do CBA, que defende o zelo do bom nome e reputação da Convenção, segundo, ainda, o pastor Alecsandro.

Segundo o pastor afastado, a reunião foi realizada no dia 12, isto é, um dia após a entrevista radiofônica, e  contou  com dezessete dos vinte e sete membros do Conselho de Coordenação da Convenção.

Conforme consta em um documento publicado, nesta reunião aprovaram a suspensão provisória do atual presidente, que foi eleito em 2016 para um mandato de dois anos e encerrará no próximo mês de maio, porém, com direito de disputar a reeleição durante a Assembleia marcada para os dias 18 e 19 de maio de 2018.

Além de o suspenderem provisoriamente do cargo, função e prerrogativas da Presidência da Convenção Batista Alagoana, o pastor Givago foi desautorizado a falar em nome da instituição evangélica.

Para ele, o seu afastamento da presidência foi uma represália, uma tentativa de calar sua boca no tocante às denúncias de atos desonestos e inescrupulosos praticados por dirigentes, que ele vem fazendo e publicando para o conhecimento da sociedade alagoana e, principalmente, da população batista, que de aproximadamente 70 mil pessoas.

Segundo o presidente afastado, os delitos cometidos por ex-presidentes da CBA precisam ser levados ao conhecimento do povo batista que, até então, desconhecia completamente o cometimento desses crimes. “Fui afastado do cargo de presidente por falar da corrupção dentro da Convenção Batista”, publicou no Facebook o Pr. Givago Souza, anexando algumas imagens de documentos  ao texto publicado e compartilhado por ele.

Desde o ano de 2016, quando assumiu a presidência da CBA, o militar Givago Souza, que é, também, o pastor-presidente da Primeira Igreja Batista do Clima Bom II, em Maceió,  vem denunciando fraudes e atos de corrupção dentro da Convenção Batista Alagoana que, para ele, é uma instituição tradicional, séria e bem conceituada que, nas últimas três décadas, tem sido alvo de atos criminosos praticados por ministros do evangelho, os quais deveriam ser exemplos de honestidade, integridade moral e autenticidade cristã.

Contrariando atitudes e gestos esperados de legítimos obreiros de Deus, eles mergulharam em práticas desonestas, esquemas fraudulentos e, assim, atolaram a Convenção em débitos exorbitantes que levaram esta instituição evangélica a amargar uma das mais graves crises financeiras  já vistas na história da Igreja Batista no Brasil.

Uma reportagem publicada pelo jornal EXTRA, datada de 15 de setembro de 2016, sob o título de “Justiça Bloqueia apartamentos da Convenção Batista – Decisão é para pagamento de dívidas previdenciárias deixadas por gestores de um dos mais tradicionais colégios de Alagoas”, mostra uma série de irregularidades cometidas por dirigentes da CBA e várias ações que tramitam na Justiça Federal contra a instituição.

As execuções fiscais que o Colégio Batista e a Convenção Alagoana possuem tramitam na 5º Vara da Justiça Federal por serem dívidas de altíssimo valor. De acordo com auditoria realizada, os motivos que levaram o fechamento do Colégio Batista foram às dificuldades financeiras. “As dívidas contraídas, principalmente com INSS, FGTS que levaram o colégio a responder várias ações judiciais e execuções fiscais, que motivaram o povo batista alagoano, através de assembleias convencionais a decidir pela venda de seu patrimônio, cujo objetivo era tão somente e exclusivamente para pagar as dívidas”, informou o documento. Dívidas que até o momento não teriam sido pagas. Entre os processos está o débito de R$ 2.194.223,18 referente ao ano de 2007. “O relatório da auditoria (...) mostra que a partir do ano de 2010 deu-se início a uma verdadeira construção ardilosa para se desfazer do patrimônio, que segundo despacho do procurador da República, doutor Gino Sérgio Malta Lobo, diz que: ‘Convenção Batista Alagoana e o Colégio Batista Alagoano realizaram negociatas com o objetivo de se desfazerem do patrimônio para não terem bens sujeitos à penhora nas ações fiscais propostas contra ele”, diz a reportagem.

E para ficar por dentro dos esquemas de fraudes praticados por alguns pastores que assumiram o cargo de presidente da Convenção Batista Alagoana, basta  assistir ao vídeo da  entrevista concedida ao apresentador Pr. Luiz Hamilton, no programa Painel Alagoas, da TV Maceió, na última segunda-feira (16).

Nesta entrevista, o pastor Givago Souza, dizendo ter sido ameaçado para não citar os envolvidos, não revela os nomes das pessoas, mas elenca uma série atos fraudulentos  praticadas por pastores que deveriam dar exemplo de autênticos ministros do evangelho ao invés de se envolverem com vergonhosos esquemas de corrupção, os quais denegriram a imagem da tão tradicional e respeitada Convenção Batista Alagoana (CBA), através de sonegação fiscal, além de terem vendido bens importantes que integravam o patrimônio da instituição, entre esses,  uma extensa área de terra pertencente ao Acampamento Batista, o Colégio Batista e a carteira do IBESA.

O Pr. Givago Souza também denunciou a falsificação de uma ata, por um presidente, para que o mesmo pudesse negociar, de forma fraudulenta, um imóvel valioso da Convenção Batista.

 

Mergulhada em débitos

No Brasil, descontar contribuições sociais dos funcionários e deixar de fazer o recolhimento aos cofres do Governo Federal é crime de apropriação indébita, segundo o artigo 168 do Código Penal. E para quem comete este crime a pena pode ser reclusão, de dois a cinco anos, além do pagamento de multa. E, segundo o pastor Givago Souza, este tipo de crime foi, também,  praticado por alguns presidentes da CBA,  que lamenta a situação caótica em que se encontra a Convenção Batista Alagoana, hoje com um débito de mais de R$ 22 milhões de reais. “Art. 168-A. Deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e forma legal ou convencional: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa”, consta no Código Penal.

 

Despacho do MPF

O escândalo de corrupção na CBA está tendo grande repercussão na comunidade evangélica, principalmente na família batista alagoana. Para os mais conservadores, as denúncias feitas pelo pastor Givago Souza expõe de forma negativa a Convenção. Já para a maioria das pessoas, principalmente as que defendem punição para as autoridades envolvidas em práticas fraudulentas e em esquemas de corrupção, o pastor Givago de Almeida Souza agiu com coragem, transparência e muita honestidade, em consonância com o atual momento vivido no Brasil, onde casos de corrupção precisam ser denunciados à Justiça e a cultura da corrupção extirpada da nação brasileira.

Sobre as denúncias e declarações feitas pelo pastor Givago Souza, a reportagem do Notícia Quente ouviu 12 pessoas que frequentam a Igreja Batista em quatro municípios de Alagoas. Das doze pessoas entrevistadas, uma apenas respondeu que “roupa suja se lava em casa”; três pessoas responderam que apoiam o afastamento do pastor Givago da presidência porque ele foi antiético e expôs negativamente a imagem da Convenção;  oito pessoas responderam que apoiam as denúncias do pastor Givago porque ele agiu correto ao tornar público os atos de corrupção praticadas por dirigentes da Convenção.

Demonstrando muita  tranquilidade durante a entrevista concedida ao apresentador Luiz Hamilton, da TV Maceió, o presidente afastado, Givago Souza, leu um despacho do Ministério Público Federal sobre as denúncias formuladas.

“... verifica-se que o Colégio Batista e a Convenção Batista realizaram várias negociatas com o objetivo de desfazer do patrimônio para não terem bens sujeitos à penhora nas Ações Fiscais contra eles, tendo em vista a possível prática de Crime de Fraude à Execução, previsto no artigo 179, do Código Penal, determina-se a requisição de instauração de Inquérito  Policial, para investigar a possível ocorrência deste delito, para tanto, deve a autoridade policial adotar a seguinte providência, dentre outras que entender pertinentes: requerer cópia da Execução Fiscal; oitivar as pessoas que durante este período foram presidentes, para prestar esclarecimentos...”

Sobre este despacho do MPF, o artigo mencionado no mesmo diz o seguinte: “Art. 179 – Fraudar execução, alienando, desviando, destruindo ou danificando bens, ou simulando dívidas: Pena – detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos e multa. Parágrafo único. Somente se procede mediante queixa”.

Sobre as referidas denúncias, segundo o pastor Givago Souza, a Procuradoria da Fazenda Nacional emitiu um parecer, conforme consta neste trecho transcrito nesta matéria: “Ressalta-se, excelência, que, por hora, não pugnaremos pelo negócio feito em flagrante fraude contra credores, visto que atos torpes empreendidos pelas partes que, sabedores dos débitos da empresa, objetivaram esvaziar o seu patrimônio, conforme se observa por todos os documentos acostados neste momento...”

E sobre o afastamento do presidente Givago Souza e suas declarações, a reportagem do Notícia Quente, por telefone, manteve contato com  pastor Alecsandro Nogueira Lemos, 1º vice-presidente da CBA, que ora está respondendo pela presidência da Convenção. Formuladas várias perguntas sobre o escândalo de corrupção, as denúncias e o afastamento do presidente Givago Souza, ele, que atua como pastor da Igreja Batista na cidade de Delmiro Gouveia,  respondeu que não é a favor  da impunidade e tampouco comunga com atos de corrupção,  porém, prefere aguardar a decisão da Justiça, já que o processo há mais de dois anos se encontra sub judice, isto é, aguardando determinação judicial.

O pastor Alecsandro afirmou, também, que o pastor Givago foi afastado da presidência pelo Conselho de Coordenadoria, para evitar que ele continuasse falando em nome da Convenção e citando nomes que não foram julgados ainda pela Justiça, pois, neste caso, se forem citados,  poderão acionar a instituição na Justiça, como já ocorreu. “Nada tenho contra o irmão Givago porque somos pastores, ele é meu amigo e nos formamos juntos. Na qualidade de 1º vice-presidente da Convenção, agi com  cautela para evitar expor o nome da instituição, pois não posso fugir dos meus princípios. Enquanto cidadão, o pastor Givago pode falar o que quiser, porém, enquanto presidente, ele não pode sair apontando  nomes que ainda estão sendo investigados,  para não causar prejuízos à Convenção. Todos nós temos conhecimento dos problemas, os quais foram denunciados há mais de dois anos à Justiça. Por este motivo não nos cabe fazer o papel da Justiça e sair condenando e expondo, de forma antecipada, nomes de pessoas porque elas ainda não foram julgadas. Sou uma pessoa que tenho princípios”, disse o pastor Alecsandro.

O presidente interino falou, ainda, que a Convenção tem dois advogados tratando destes assuntos na Justiça e, por isso, nenhum problema foi deixado de lado. “A Convenção Batista Brasileira tem conhecimento de todos estes problemas. O presidente nacional está  fazendo uma carta de apoio à Convenção Batista Alagoana. Por uma questão de cautela prefiro não adiantar nada sobre o processo. É melhor aguardar a decisão da Justiça”, finalizou o pastor Alecsandro Nogueira.

Questionado se o afastamento do presidente Givago Souza é definitivo, o pastor Alexsandro Nogueira falou que no próximo mês de maio encerrará o mandato da atual diretoria e que, em maio próximo será realizada uma eleição para escolha da nova diretoria.

A próxima Assembleia da Convenção Batista Alagoana está marcada para os dias 18 e 19 de maio deste ano, onde diversos assuntos de interesse da Igreja Batista serão tratados, dentre esses, provavelmente, o escândalo de corrupção na instituição e o afastamento do pastor Givago Souza da presidência da CBA. A escolha da próxima diretoria para um mandato de dois anos será realizada durante este evento que reúne todo o povo batista alagoano e, ainda, representantes batistas de diversos estados brasileiros.

 

Mensagens de apoio

Depois que foi afastado do cargo de presidente da CBA, o pastor Givago Souza tem recebido muitas mensagens de apoio, onde membros batistas expressam abertamente indignação pelo ocorrido.

Certamente, apoiado por um grande número de batistas,  o presidente afastado vai continuar na luta em defesa da Convenção Batista Alagoana. “Quem escandalizou o nome da CBA não fui eu porque fiz as denúncias e as publiquei. O escândalo foi promovido por aqueles que praticaram corrupção, fizeram esquemas fraudulentos e desrespeitaram o povo batista alagoano”, disse o pastor  Givago que, segundo afirmou na entrevista concedida ao programa Painel Alagoas,  já foram formuladas   denúncias ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal, para que apure tais irregularidades.

Procurado pela reportagem do Notícia Quente, o pastor Givago confirmou as declarações feitas durante uma entrevista concedida ao programa Painel Alagoas. Ele também declarou à reportagem do Notícia Quente que, em julho de 2017, na qualidade de presidente da CBA, apresentou Notícia Crime à Secretaria de Defesa Social e ao Ministério Público Estadual contra a gestão que o antecedeu, por ter praticado atos eivados de irregularidades.

“Vislumbrando a existência de irregularidades, a Convenção Batista Alagoana, encaminha a esta Douta Procuradoria as cópias dos relatórios da referida sindicância interna, onde entre outras confissões, foi declarada a existência de registro em Cartório de ata de reunião que não existiu, logo, ata falsa com decisões que foram levadas ao MEC (fls 233 a 237)”, diz um trecho da Notícia Crime.  Confira abaixo alguns comentários postados nas redes sociais, em apoio ao Pr. Givago Souza.

Um ESCÂNDALO! Nenhum Batista estava por dentro dessa situação. Agora as informações estão muito mais claras. Todos os Batistas foram enganados por 20 anos e ninguém sabia da falcatrua que estava acontecendo por dentro da convenção. Sabe o sentimento que permanece dentro de todos os Batistas? VERGONHA! Vergonha de saber que existem pessoas que cometem uma corrupção desse tamanho dentro do campo Batista. Obrigado Pastor Givago por esclarecer todas essas dúvidas. O senhor é um homem de Deus.?” (daansiffer20)

“Deus é justo e não deixa nada em oculto, e o que tinha encoberto há 20 anos, foi descoberto por um homem integro, reto e temente a Deus. Parabéns pela sinceridade e honestidade Pr. Givago Souza Mary Josy que o Senhor Jesus derrame sabedoria a cada dia em sua mente que o mesmo espirito de justiça que era na vida do Juiz e Profeta (Samuel) permaneça dentro de você. Que paz e a justiça Divina reine eternamente Amém!(Anderson Barbosa)

O profeta não se vende. O profeta não se corrompe. Parabéns, guerreiro, pela coragem de anunciar e denunciar. Deus o abençoe e o proteja de todo o mal”. (Aurílio Lima)

“Longe de mim a intenção de pregar para Pastor ou para Convenção de Pastores, mas parece incompatível, por exortação de Jesus Cristo, que joio e trigo cresçam juntos!
Deus o abençoe, o fortaleça e o ilumine em Sabedoria e Graça, meu irmão e amigo Pr. Givago Souza. Grande abraço.” (Dirceu Fonseca).

Clique no vídeo abaixo e assista a entrevista do Pr. Givago na TV Maceió.

 

Golden Gate Bridge with San Francisco in distance
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Comentários

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  • Eberval 19 de Abril de 2018 Givago Souza, acima da arrogância dos que se acham grandes, está a palavra de Deus. Infelizmente, ainda existem pessoas que defendem que práticas dessa natureza sejam acobertadas, indo de encontro aquilo que Jesus Cristo combateu dentro do templo.
    wilza batinga batista 19 de Abril de 2018 Pastor Givago é um homem idôneo e aceitou o chamado de Deus para o destrinchar desse caso, é plano de Deus trazer à tona o que estava oculto. E agindo Deus quem impedirá? Porque para Deus não há impossíveis. Pastor Givago é um instrumento do Deus todo poderoso, que é o Justo juiz cheio de amor pelos desonestos que mancharam o nome do seu povo, Ele está só esperando que se arrependam para derramar-lhes graça, porém a consequência é inevitável. Oremos pelo Pastor Givago, nosso representante, onde muitos silenciaram e se omitiram. Lembremos que omissão também é pecado. Oremos também pelos envolvidos, para que se arrependam e possam deixar um legado de humildade assumindo seus erros.
    Júlio cesar 22 de Abril de 2018 É lamentável sabemos que é uma grande peca para os Alagoanos Batistas o afastamento do renomado PASTOR GIVAGO SOUZA. Mas Deus é contigo homem pastor e seu ministério sabe o quanto você é reto diante das obras de Deus. Pastor Givago souza saiba que o servo de Deus não tem peda, tem sim livramento. Que a graça salvadora do nosso Jesus Cristo esteja com você hoje e sempre.
    Ebenesio Arruda Silva 25 de Abril de 2022 "Escândalo foi a igreja do Pinheiro acolher pessoas homossexuais". Uma cortina de fumasa usada por esses pilantras, para encobrir a safadeza deles.Deus tenha misericórdia de nós ????????